1. Avaliar sem propósito claro

Se ninguém na empresa consegue responder "para que estamos fazendo isso?", o ciclo já começou perdido. Defina: desenvolvimento, remuneração variável, sucessão, ou combinação? Cada propósito muda o desenho.

2. Pular o piloto

Avaliar 800 pessoas no primeiro ciclo é receita para queimar o processo. Comece com piloto de 30-80, ajuste, depois expanda.

3. Excesso de competências

12 competências por formulário cansam o avaliador e produzem respostas viciadas. 4 a 6 é o sweet spot.

4. Misturar técnicas e comportamentais

Mesma escala, mesmo formulário, sem distinção. Resultado: ninguém sabe o que está medindo. Veja como separar os dois.

5. Não comunicar antes do ciclo

Pessoas que recebem o e-mail de avaliação sem aviso prévio entram em estado defensivo. Comunique propósito, sigilo, calendário com 2-3 semanas de antecedência.

6. Não dar devolutiva

Avaliação que termina no relatório do RH é desperdício. Cada avaliado merece conversa estruturada de devolutiva com o gestor.

7. PDI genérico

"Melhorar comunicação" não é PDI. Modelo que funciona aqui.

8. Trocar de plataforma a cada 2 anos

Cada troca destrói histórico. Histórico é o que dá comparabilidade entre ciclos. Escolha bem na primeira vez e mantenha.


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