O que cada uma cobre
A avaliação 180° combina dois ângulos: gestor avalia o subordinado e o subordinado faz autoavaliação. É o formato mais usado quando a empresa está começando a estruturar avaliação de desempenho.
A avaliação 360° adiciona pares e subordinados (e às vezes clientes internos). É mais cara, mais demorada e mais reveladora.
Quando usar 180°
Primeiros ciclos da empresa. Cultura ainda não madura para feedback entre pares. Perfil predominantemente operacional. Equipes pequenas onde "todo mundo avaliando todo mundo" gera mais ruído que sinal.
Quando usar 360°
Perfis de liderança e gestão. Empresas com cultura de feedback já estabelecida. Casos em que a empresa precisa entender percepção de liderança (item essencial para NR-1 e riscos psicossociais). Sucessão e plano de carreira.
Custo, tempo, e carga de operação
180° consome cerca de metade do tempo de operação de uma 360° equivalente, principalmente porque a rede de relacionamento é trivial (1 gestor por avaliado).
A 360° exige montagem de rede, validação de pendências, gestão de questionários múltiplos, e demanda mais maturidade do RH para conduzir.
A escolha não é binária
Empresas maduras costumam operar as duas modalidades em paralelo: 180° para o time operacional, 360° para liderança e gestão. É o cenário mais comum entre clientes do people voice, porque a plataforma permite escalas e formulários diferentes por grupo no mesmo ciclo.
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